Lina Mendes, soprano

Lina Mendes
Soprano

"...Lina Mendes, uma soprano de voz timbrada, volume generoso, facilidade para as coloraturas e uma presença cênica perfeita.”
Robert Benito (Opera World)

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Natural de Niterói, recebeu o prêmio da Revista Concerto 2014 na categoria Jovem Talento. Fez sua formação musical na Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde integrou o Coro Infantil da UFRJ e fez sua estreia aos 18 anos, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, interpretando o primeiro gênio da ópera A Flauta Mágica. Na Alemanha, participou do Schleswig Hostein Musik Festival; em Milão, integrou a Accademia Teatro Alla Scala e em Valência, na Espanha, integrou o Centre de Perfeccionament del Palau de les Arts.

Fez seu debut no Theatro Municipal de São Paulo, em 2011, no centenário do teatro, interpretando Gilda na ópera Rigoletto e desde então tem tido grande destaque no cenário lírico, atuando em óperas e concertos nas mais importantes salas de concerto e teatro de ópera do Brasil e do exterior.

Interpretou papéis como“Liberty” na ópera Ça Ira (Roger Waters), Blonde na ópera Die Entführung aus dem Serrail (Mozart), Marzeline em Fidelio (Beethoven), Oscar em Un Ballo in Maschera, Cunegunde em Candide (Berstein), Micaela em Carmen (Bizet), Euridice em Orfeo ed Euridice (Gluck), Nannetta em Falstaff (Verdi), Delia em Fosca (Gomes), Cefalo em Narciso (Scarlatti), Abra em Judita Triumphans (Vivaldi).

Além disso, solou em Carmina Burana (Orff), na segunda sinfonia de Mahler, no oratório Die Schöpfung (Haydn), no oratório Messiah (Haendel), no Requiem de Brahms, no ciclo Les Nuits d’été (Berlioz), no oratório Die sieben letzten Worte unseres Erlosers am Kreuze (Haydn), no Stabat Mater (Poulenc), na Kaffee kantate (Bach).

Apresentou-se sob a regência dos maestros Abel Rocha, Alejo Perez, Isaac karabtchevsky, Jamil Maluf, Alan Guingal, John Neschling, Carlos Spierer, Marin Alsop, Silvio Viegas, Federico Maria Sardelli, Manuel Coves, Fábio Biondi, Stefan Geiger, Roberto Tibiriçá, Valentina Peleggi , Fabio Mechetti, Marcos Arakaki, Thierry Fischer, Roberto Minczuk e sob direção cênica de Andre Heller-Lopez, Fernando Bicudo, Felipe Hirsch, Stefano Poda, Jorge Takla, Caetano Vilela, Miguel Falabella, Livia Sabag, Stefano Poda, Davide Livermore.

Na Espanha, Lina fez seu debut com grande êxito, no Palau de les Arts de Valencia, interpretando Musetta em La Bohème (Puccini) e também colheu excelentes críticas, interpretando Ilia na ópera Idomeneo (Mozart). Representou o Brasil no BRICS Cultural Festival Xiamen, na China, cantando obras de Villa-Lobos e Carlos Gomes.

De 2018 a 2019, foi Christine Daaé no musical O Fantasma da Ópera, no Teatro Renault, em São Paulo, e realizou em torno de 400 apresentações.

Também em 2019, Lina solou a nona sinfonia (Beethoven), no Theatro Municipal de São Paulo. Já na Sala São Paulo, solou a oitava sinfonia de Mahler e Pulcinella (Stravinsky). No Theatro São Pedro, solou a quarta sinfonia de Mahler. No Teatro Guaíra, cantou Eliza Doolittle em My Fair Lady. Interpretou Valencienne na opereta A Viúva Alegre no Teatro Municipal de São Paulo.

Em 2021, participou do 23º Festival Amazonas de Ópera online, onde interpretou Laura na ópera Três Minutos de Sol (Leonardo Martinelli). Recentemente, participou da Série Música de Câmara da Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro, interpretando os Quartetos Vocais de Schumann e Brahms e em Belo Horizonte, solou no Stabat Mater de Pergolesi, sob regência de Silvio Viegas, no Palácio das Artes. 

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